com elas soltas eu tento andar,
procurando onde me apoiar,
eu quase tropeço, mas finjo nao olhar,
de todo jeito nao mostrar,
aonde eu mais quero segurar.
o azul vê, e elas tentam agarrar,
e ai sobem para nele limpar,
o sal que sai para disfarçar,
tudo o que se tem ainda para falar.
viajar,
uma cabana em qualquer lugar,
um simbolo a se marcar,
e um amor para se lembrar.





